A Paz de Cristo esteja contigo!

sexta-feira, 3 de junho de 2016

A PARÁBOLA DAS CEM OVELHAS - FESTA DO CORAÇÃO DE JESUS

REFLEXÃO DO Evangelho (Lc 15,3-7) DE 03.06.2016, em POESIA, pelo Poeta-Pregador sabugiense:VIVALDO ARAÚJO DA COSTA (Vivaldo de Zé de Maria Viúva).
Hoje a Liturgia celebra
O Sagrado Coração
De Nosso Senhor Jesus
Que estende a Sua Mão
Semelhante ao Bom Pastor
Que assume com Amor
De Deus a Sua missão
O Sagrado Coração
É semelhante ao Bom Pastor
Que procura a sua ovelha
Seja lá aonde for
Enquanto não encontrar
Não deixa de procurar
É movido pelo amor
Se na mata ou floresta
A ovelha se encontrar
O Pastor por ela vai
Decidido a procurar
Em seus braços a conduz
Tal qual fez um tal Jesus
Disposto a nos amar
Arrebanha aquela ovelha
Que encontra-se perdida
Tira todos os espinhos
Sara toda sua ferida
Reconduz ao bom caminho
Não deixando mais sozinho
Devolvendo-lhe a vida
O Profeta Ezequiel
Traz pra mim e pra vocês
No capítulo 34
Do onze ao dezesseis
Traz toda a narração
Do Pastor com o coração
E tudo o que ele fez
Após o Pastor achar
A sua ovelha perdida
Um abrigo vai criar
Dando a esta uma guarida
Cada ovelha é tratada
De uma forma separada
Como sendo a preferida
Nos altos Montes de Israel
Lá estará o abrigo
Onde haverá repouso
Muito longe do perigo
Lá o pasto é abundante
O capim é verdejante
Tem cevada e tem trigo
O Pastor tem uma missão
Da ovelha apascentar
É movido por amor
Pois foi feito pra cuidar
Reconduz a extraviada
Enfaixa a perna quebrada
Por ela vai se doar
A figura do Pastor
É hoje o tema central
Do Salmo e da primeira
Leitura Oficial
Lucas no seu Evangelho
Vem nos dar o seu conselho
Como tema principal
Já na Segunda Leitura
Paulo em Roma vai falar
Do grande Amor de Deus
Que veio a se derramar
No coração meu e seu
Que por nós Cristo morreu
Para do mal nos livrar
A maior prova de Amor
Que Jesus hoje nos dá
Para mim e pra você
Foi numa cruz abraçar
De Deus a Sua vontade
Vencendo toda a maldade
E Ao Pai glorificar
Tudo isso é pra mostrar
Como é grande o Coração
De Nosso Senhor Jesus
Que derrama Sua Bênção
Para nos reconciliar
E a nós todos livrar
Do mal com a Sua Mão
No Evangelho de hoje
Uma ovelha escapou
Do restante do rebanho
Para longe debandou
O Pastor muito esperto
Deixou o rebanho no deserto
E à perdida procurou
Ao encontrar a ovelha
Que já estava perdida
Em seus ombros colocou
E voltou feliz da vida
Com imensa alegria
Pois naquele santo dia
Devolveu-lhe sua guarida
Assim também haverá
No Céu um grande louvor
Quando um, somente um
Reconhecer-se pecador
Deixando o mal de lado
Renunciando ao pecado
E rendendo-se ao Senhor!
Essa alegria excede
No quesito humildade
Bem mais que 99
Que praticam a maldade
E não buscam a conversão
Nem abrem o coração
Mesmo com dificuldade
Peçamos ao Senhor Jesus
Que nos guie com Sua Mão
E que todos nós possamos
Receber a Sua Bênção
Para que nunca saiamos
Guardados permaneçamos
No Seu SAGRADO CORAÇÃO
A Jesus, enfim pedimos
Você pode e eu posso
Nunca jamais esqueçamos
De recitar o Pai Nosso
Pedindo em oração
Que o nosso coração
Seja semelhante ao Vosso!
Vivaldo faz parte da Comunidade de Casais Vida Nova em Natal.
Ele é um grande pregador da Palavra de Deus e agora despertou
esse outro dom de fazer a pregação em poesia.
Louvado seja Nosso Senhor Jesus Cristo!

quarta-feira, 1 de junho de 2016

POESIA DE VIVALDO ARAÚJO DA COSTA

A VISITA DE MARIA À PRIMA ISABEL

Pregação em Versos pelo Poeta Sabugiense
VIVALDO ARAÚJO DA COSTA (31.05.2016)

A Liturgia de hoje
Fala de um grande presente
É o dom da alegria
Que contagia a gente
Pede a nós para cantar
De alegria exaltar
Nosso Deus Onipotente

Fala pra Jerusalém
Pra Israel e pra Sião
Pede a todos a alegria
Que brota do coração
O Rei no nosso meio está
O inimigo vai afastar
E nos livrar da humilhação

Não devemos nos deixar
Pelo desânimo abater
Falou assim o nosso Deus
Que conosco vai vencer
Vai nos dar Sua Vitória
Cantaremos a Sua Glória
Majestade e Poder

Quem confia no Senhor
Sua força ganhará
Nunca temerá o mal
Pois sobre ele vai reinar
Deus é a nossa fortaleza
Venceremos, com certeza
Sua Destra reinará

Anunciar Suas maravilhas
Deve ser a nossa ação
Publicar todos os seus feitos
Com louvor e Adoração
Deus é o Santo de Israel
Abre as portas lá do Céu
Pra derramar a Sua Bênção

No Evangelho de hoje
Fala de uma visitação
Maria foi ver Isabel
Fez a ela uma saudação
Isabel se alegrou
Quando Maria lhe saudou
Pulsou forte o coração

Cheia do Espírito Santo
Isabel assim ficou
Somente com a saudação
Que Maria proclamou
No seu ventre se mexeu
João Batista estremeceu
Batizado ele ficou

Isabel assim falou
Como posso merecer?
Que a Mãe do Meu Senhor
Venha até aqui me ver
Feliz és Tu, óh felizarda
És uma Bem Aventurada
Vou sempre te enaltecer

Maria falou assim
A minha Alma engrandece
Àquele que é o Meu Senhor
Que sempre me fortalece
Meu espírito se alegrou
Em Deus meu Salvador
Disso minh’alma nunca se esquece

Como o poder do Seu Braço
Os orgulhosos dispersou
Tirou do trono os poderosos
E os humildes exaltou
Ricos sem nada despediu
Estes, seu poder sentiu
Aos famintos, saciou

Fiel ao seu Amor
A Israel Deus acolheu
Como havia aos nossos pais
Que um dia prometeu
Em favor de Abraão
E de toda sua nação
Foi assim que aconteceu

O encontro de Maria
Com Isabel, a sua prima
Mostra como deve ser
Uma amizade com estima
Valorizando a amizade
Isso é fraternidade
Maria ao receber“Buscar as coisas lá de cima” (Col 3)

Maria ao receber
De Deus o Seu chamado
Vai logo a Isabel
Deixar lá o seu recado
Servir a Deus e ao irmão
Com amor no coração
Esse é o nosso legado

Valorizar aquele encontro
Cada uma se expressou
Maria com a saudação
Isabel logo ficou
Cheia do Espírito Santo
Assim surgiu logo um canto
De Adoração e de louvor.
VIVALDO ARAÚJO DA COSTA (31.05.2016)

segunda-feira, 30 de novembro de 2015

E A FESTA ACONTECEU

Aconteceu no domingo, 22 de novembro, o primeiro grande encontro dos descendentes de Horácio das Carnaúbas de Ipueira (RN).
O dia foi abençoado com uma missa celebrada, pelo Padre Alexandre, na Igreja de Nossa Senhora do Perpetuo Socorro em Ipueira, em ação de graças por toda a família e que teve início com uma mensagem sobre família (conforme descrita abaixo), que deu o tom da reflexão da palavra.
          Em seguida, foram todos para o Colégio João Alencar de Medeiros, onde aconteceu um pequena explanação sobre a origem da família Horácio, Lins e Alencar por Edgar Horácio de Medeiros e muita interação entre os presentes.
      Ao meio dia, foi servido o almoço acompanhado por Kaká & Banda (formada por membros e amigos da família) com uma boa música. Ainda teve apresentação do cantor e violonista (da Família) Elvirinho Lins, acompanhado pelo seu irmão Humberto Lins.
        Ao final, foi feito uma sondagem junto aos presentes para saber quando deveriam fazer outro encontro desse e a maioria preferiu que seja anualmente para se repetir essa grande festa da família.

 
 
 
 
 
 
 
 
 
 

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Transcrição da mensagem lida no início da missa:
Os tempos modernos e a era cibernética estão isolando o ser humano cada vez mais em torno de si próprio. Grande parte das famílias já não têm tempo para conversar. As crianças se divertem no computador e os adultos envoltos as redes sociais. O casal trabalha e os filhos, quando não são deixados em creches, são confiados a babás, no horário alternativo à escola. A família tem um cotidiano diferente. A rapidez das mudanças no mundo e a necessidade de estudar constantemente dificulta a relação familiar.
Afinal de contas, o profissional precisa crescer para dar aos filhos aquilo que não teve. O capitalismo está vencendo, pois grande parte daquilo que os pais não tiveram e agora querem dar aos seus filhos está diretamente ligado a coisas materiais. E onde ficam o afeto familiar, o diálogo, a cumplicidade? Esses, sim, existiam e estão sendo deixados de lado.
O Papa Francisco em recente discurso falou sobre a importância de se valorizar a família, sendo ela o instrumento mais importante para se chegar a uma harmonia entre a paz, a felicidade e os ensinamentos de Cristo.
Há duas ou mais gerações as crianças cresciam juntos com os primos e esses eram os primeiros amigos. Hoje é diferente. Em busca de oportunidades, os irmãos se separam, muitas vezes, na fase de estudo universitário e nunca mais moram na mesma cidade, e seus filhos estão sendo privados da conivência com os primos.

Mas por que falar tudo isso agora? Porque esse dia de hoje nos oferece uma oportunidade de revermos muitos primos que não víamos a muito tempo e revivermos muitas histórias que estão gravadas na nossa mente como marcos nas nossas vidas. Oferece também a oportunidade de mostrarmos aos nossos filhos e aos filhos dos nossos filhos que a família não se resume ao núcleo familiar Pais e filhos. Família é tudo isso. Tem uma dimensão maior.
São os laços de sangue que nos transportam para a mesma origem e muitas vezes apresentam traços físicos de semelhanças inacreditável. É o DNA. Gostaríamos de estar fazendo esse encontro com um leque muito maior da família mas, por razões obvias, partimos dos patriarcas Horácio José de Medeiros e Francisca Franquilina de Medeiros, casados e primos de primeiro grau, hoje aqui representados por descendentes de 5 gerações (netos a pentanetos).
Vamos celebrar a vida, vamos conhecer novos primos, vamos abraçar àqueles que não vemos há algum tempo, vamos gargalhar a vontade, vamos nos confraternizar. Chega de só reunir um número maior de familiares nas ocasiões fúnebres. Afinal de contas três das principais missões do ser humano na terra são: crescer espiritualmente, servir, segundo os ensinamentos de Cristo e ser feliz. Que sejamos felizes sem limites. Alencar, Horácio e Lins, todos juntos e misturados.

Autor: Joaquim Horácio de Medeiros
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O Poeta Joaquim Horácio de Medeiros escreveu, também, a origem da família, dos Portugueses Rodrigo e Sebastião até Horácio e Francisca.
Possivelmente deve ser o primeiro trabalho da espécie.
OS MEDEIROS 
Eu vou contar prá vocês
A história de dois Medeiros
Que vieram prá o Brasil
Os dois ainda solteiros
Da chegada por aqui
No vale do Sabugi
Como dois aventureiros
Essa família existe
Do século treze prá cá
E surgiu em Portugal
Como eu vou explicar?
O Medeiros vem de Meda
Mas o conceito não veda
Outro conceito que há
O outro conceito diz
Medeiros era um local
Um povoado distante
Nas terras de Portugal
E o povo desse lugar
Passaram a se chamar
De Medeiros coisa e tal
No ano setenta e quatro
Da era mil e seiscentos
Bartolomeu Frias Camelo
Seguindo seus sentimentos
Casou com Maria Medeiros
Deixaram de ser solteiros
Com muitos contentamentos
Dentre os filhos: outra Maria
De Medeiros Pimentel
Que ainda muito nova
Na ilha de São Miguel
Casou com um belo rapaz
Inteligente, capaz
Que se chamava Manoel
O seu nome completo
Manoel Afonso de Matos
Um autêntico português
Um homem de finos tratos
Logo o casal teve filhos
Que se tornaram andarilhos
Buscando novos contatos
Dois filhos desse casal
Rodrigo e Sebastião
No ano mil setecentos
E trinta e nove então
Chegaram em nosso Brasil
Buscando aventuras mil
Trabalho e ocupação
Foram para Pernambuco
Procuraram uns parentes
Logo lhes encaminharam
Prá terras mais atraentes
Na Paraíba do norte
Não reclamaram da sorte
E se mostraram contentes
Foi na fazenda Preás
Lá nas serras de Parelhas
No Rio Grande do Norte
Onde hoje fabricam telhas
Que chegaram prá morar
E ali foram trabalhar
Com criação de ovelhas
Mas como tinham estudo
O capitão-mor lhes chamou
E depois de uma conversa
Assim os determinou
A trabalhar para o reino
Lhes deu um pequeno treino
Que muito os alegrou
O trabalho consistia
Em resolver desavenças
Brigas por questões de terra
Reclamações, malquerenças
E de maneira audaz
Para promover a paz
Faziam até as sentenças
Um dia o Capitão-mor
Os irmãos, mandou chamar
Lá na fazenda Picotes
Prá umas ordens passar
Ordenou-lhes de antemão
Cumpram logo essa missão
Eu não posso esperar
Essa missão consistia
Numa viagem arriscada
Ao vale do Piancó
Resolver uma enrascada
Um caso litigioso
Com um sujeito furioso
Que não respeitava nada
Naquela época o Vale
Vivia sem segurança
Tinha rebeldia de índios
Não havia liderança
Não se respeitava a lei
Até as ordens do Rei
Entravam nessa lambança
Os irmãos tiveram medo
E recusaram a missão
Procuraram conversar
E convencer o Capitão
A retirar suas ordens
Pois com aquelas desordens
Não voltariam vivos não
A negativa dos dois
Revoltou o Capitão
Que reagiu furioso
E com indignação
Ameaçou os Medeiros
Chamou-lhes de forasteiros
Cabras sem educação
Ameaçou deportar
Dizendo prestem atenção
Eu tenho contra vocês
Um mandado de prisão
Vindo lá de Portugal
Porque de forma ilegal
Vocês largaram a nação
Os irmãos de aperrearam
Naquela encruzilhada
Ou arriscariam a vida
Numa difícil jornada
Ou virariam prisioneiros
Naquela noite os Medeiros
Não dormiram quase nada
Na manhã do dia seguinte
Na hora do desjejum
O Capitão ardiloso
Sem artifício nenhum
Disse de forma ativa
Tenho outra alternativa
Prá um acordo em comum
Livro vocês da missão
E não mando prá Portugal
Se aceitarem se casar
De maneira natural
Com minhas duas sobrinhas
Que já não são tão novinhas
Para o matrimonial
A contragosto os irmãos
Não tiveram outra saída
Aceitaram se casar
Prá receber a guarida
Do grande Capitão-mor
O governante maior
Que conheceram na vida
Rodrigo Medeiros Rocha
Se casou com Apolônia
E seu mano Sebastião
Foi desposar a Antônia
A festa que o Capitão
Fez naquela região
Foi cheia de cerimônia
Os dois casais se fixaram
Perto do rio Quipauá
Que corta Santa Luzia
Nuns vales que tem por lá
Fizeram casas, currais
Foram criar animais
Fazer roça, trabalhar
Rodrigo e Apolônia
Logo tiveram seus filhos
Foram oito no total
Sem provocar empecilhos
Manoel, o filho mais novo
Um líder dentre seu povo
Quis andar por outros trilhos
Manoel de Medeiros Rocha
Era seu nome completo
Casou com Anna Araújo
De alegria, repleto
Se mudou prá Caicó
Depois foi Sargento-Mor
Nomeado por decreto
Mas com o tempo passando
Manoel cresceu na carreira
Chegou a Capitão-Mor
De forma simples e ordeira
Praticando sempre o bem
Sem fazer mal a ninguém
Durante a vida inteira
Participou de uma junta
Que governou o estado
Com duas outras figuras
Prá isso foi nomeado
Foi um homem importante
E de forma exuberante
Cumpriu o determinado
José Barbosa Medeiros
Um dos seus filhos queridos
Vulgo Capitão Barbosa
De atos bem destemidos
Lá na fazenda Remédio
Morava por intermédio
De herdar os bens divididos
Grande capitão Barbosa
Casou em mil e oitocentos
Na fazenda Mulungu
Com muitos contentamentos
Com Rita Maria José
Uma moça de muita fé
E lá fizeram juramentos
Rita Maria era filha
Do Coronel Sá Barroso
Homem de sabedoria
Bem disposto, corajoso
O coronel fez a festa
Que apesar de modesta
Lhe deixou muito orgulhoso
Rita Maria morreu cedo
Mas deixou nove crianças
Joaquim Felis, Alexandre,
Os que tinham mais lembranças
Manoel, José, Guilhermina,
Essa era bem menina
Cheia de desesperanças
Tinha Maria Eduarda
E também a Mariana
Depois a Rita Barbosa
Assim como tinha Anna
Ali nove criancinhas
Todas órfãs, coitadinhas
Sofrendo uma dor tirana
Joaquim Felis de Medeiros
Entrou para o seminário
Depois de muito estudar
Para se ordenar vigário
Ordenou-se em Salvador
Com muita fé e fulgor
Cumpriu seu itinerário
Casou Maria Eduarda
Com João Manoel de Medeiros
Conhecido por Janjão
Homem de hábitos caseiros
E dos filhos que Deus lhe deu
Com o mesmo nome seu
Batizou um dos herdeiros
A criança se criou
Chamada por João Menino
Se casou com Madalena
Uma moça de trato fino
Tiveram uma menina
A Francisca Franquilina
E agradeceram ao divino
Outra filha de Eduarda
Por Ana foi batizada
Casou com José Jerônimo
Numa festança danada
No sítio foram morar
Ciar gado, trabalhar
De maneira organizada
Um dos filhos do casal
José Jerônimo e Ana
Chamou-se Horácio José
Um rapaz muito bacana
Trabalhador, dedicado
Honesto, compenetrado
Cheio de sonhos, de gana
A Francisca Franquilina
Com Horácio se casou
Numa cerimônia simples
Mas muito lhes contentou
De primos agora casados
Felizes, realizados
E Deus lhes abençoou
Quatro filhos eles tiveram
Dois homens José e Manoel
Com o sobrenome Horácio
Tudo posto no papel
Duas filhas, Ana Francisca
E também Maria Francisca
Meigas, doces, como mel
Contei de maneira simples
E de forma resumida
A história dessa família
Que aqui está reunida
Todos primos e afins
Alencar, Horácio e Lins
Para celebrar a vida

terça-feira, 27 de outubro de 2015

I ENCONTRO DOS DESCENDENTES DE HORÁCIO DAS CARNAÚBAS - em 22.11.2015.

No próximo dia 22 de novembro, acontecerá o primeiro Encontro da Família Horácio de Medeiros do Sítio Carnaúbas, município de Ipueira (RN). Veja abaixo a programação. A comissão organizadora espera a presença de umas trezentas pessoas.



A família Horácio de Medeiros originou-se a partir do casal Horácio José de Medeiros e sua esposa Francisca Franquelina de Medeiros, sendo ele filho de José Jerônimo da Silva e Ana de Medeiros e ela filha de João Manoel de Medeiros Filho “João Minino” e Maria Madalena de Figueiredo. Ele nasceu em 31.12.1859 e ela em 22.12.1862 O casal gerou quatro filhos: Maria Francisca de Medeiros, José Horácio de Medeiros, Ana Francisca de Medeiros e Manoel Horácio de Medeiros.

F1 – Maria Francisca de Medeiros casou-se com o primo Francisco Lins de Medeiros dos quais geraram os filhos Elviro Lins de Medeiros, Floripes Lins de Medeiros, Francisco Lins de Medeiros Filho, Horacina Lins de Medeiros, Moacir Lins de Medeiros, Adalcina Lins de Medeiros, Nizia Lins de Medeiros, Helena Lins de Medeiros e Dália Lins de Medeiros.

F2 – José Horácio de Medeiros, casou-se duas vezes. Do primeiro casamento, com Joaquina Fernandes de Medeiros, geraram quatorze filhos, sendo: Francisco Amaro de Medeiros “Chico Amaro”, Maria Helena de Medeiros, Manoel Horácio de Medeiros, José Horácio de Medeiros Filho “Cazuza”, Firma Medeiros “Nêga”, João Amaro de Medeiros “Joca Horácio”, Celene Medeiros, Joaquim Amaro de Medeiros “Quinca”, Horácio Medeiros, Otacílio Horácio de Medeiros, Alzira Medeiros, Antônio Homero de Medeiros, Joana Medeiros, Francisca Medeiros. Do segundo casamento, com Isabel Eunice de Medeiros, tiveram quatro filhos: Edgar Horácio de Medeiros, Maria do Socorro Medeiros, Maria Deusa de Medeiros e Inácio Horácio de Medeiros.

F3 – Ana Francisca de Medeiros “Dona Nana”, casou-se com João Manoel de Medeiros “Janjão” e geraram os filhos Francisco Alencar de Medeiros, João Alencar de Medeiros “Joca Alencar”, Olívia Alencar de Medeiros, Maria Alencar de Medeiros, Jonas Alencar de Medeiros, Noir Alencar de Medeiros e José Alencar de Medeiros.

F4 – Manoel Horácio de Medeiros, casou-se com Maria Emília de Medeiros e seus filhos são: Maria Horacina de Medeiros, Francisco Horácio de Medeiros “Titico”, Odorina Medeiros, Rosina Medeiros, Milton Horácio de Medeiros, Otávio Horácio de Medeiros. Da segunda núpcias com Joana Generina de Medeiros teve apenas um filho Otoni Horácio de Medeiros.

         Horácio José de Medeiros e Francisca Franquelina residiam na Fazenda Ipueira que pertencia aos seus tios José Evangelista de Medeiros “Cazuza” e Guilhermina do Carmo de Medeiros.

No ano de 1901, Horácio comprou a Fazenda Carnaúbas e foi residir no referido sítio em 1904. Em 1941, com 81 anos de idade foi morar na Vila de São João do Sabugi, município de Serra Negra do Norte RN, vindo a falecer em 1945 e Francisca em 1947.




Fonte: Edgar Horácio de Medeiros

Foto: Miguel Amaro Fernandes (1940)

domingo, 11 de outubro de 2015

Agronegócio em São João do Sabugi

Criar gado leiteiro em regiões não favoráveis não é uma tarefa muito fácil. Neste episódio do Curta Sebrae Agronegócio, é mostrado como os irmãos João Batista (João de Galego)  e José Maria (Teté), junto com a ajuda que tiveram do Sebrae, fazem para conseguir produzir mais e gastar menos neste ramo.


Esses dois são do Seridó, de São João do Sabugi RN, que tiram leite de pedra numa das regiões mais atingida pela seca natural do Nordeste. Fé, Coragem, educação (conhecimento e tecnologia) e atitude empreendedora faz a diferença.
Boa Sorte amigos!





terça-feira, 2 de junho de 2015

Festa da Comunidade Sabugiense em Natal

Este ano a imagem de São João Batista, da Paróquia de São João do Sabugi RN, inovou na cidade do Natal, deixando de vir apenas para um encontro anual, passando a peregrinar nas residências dos Sabugienses que ali moram.
Foram quinze novenas, momentos de muita oração e louvor ao nosso Padroeiro, reencontros e confraternização da família Sabugiense. 
No dia 07 de junho, próximo domingo, será o grande encontro de toda comunidade Sabugiense em Natal e Grande Natal. Iniciará com a celebração da Santa Missa, às 10h, pelo Pároco Padre Joaquim e em seguida segue a grande festa de confraternização, com leilão, comidas típicas e Sorteio.
Toda essa festa acontecerá na Igreja de São Lucas, no Amarante, Zona Norte (no mesmo lugar da missa de envio das imagens). Para chegar lá é muito fácil. Quem vai das outras regiões da cidade, atravessa a ponte de Igapó, segue pela Avenida Tomás Landim, ao chegar no Nordestão do Gancho de Igapó, entra à esquerda como quem vai para São Gonçalo, em seguida entra à esquerda no Supermercado Super Show e desce na Rua Maranhão (rua larga) a Igreja fica do la esquerdo da Rua.
Participe, não seja apenas mais um, leve seu coração com toda sua alegria, convide os amigos para conhecerem um pouco de nossa cultura e religiosidade.
Para manter contato ligue: 9968-6597, 9981-6873, 9641-2160, 9157-9774, 9935-0516, 8154-3825, 9941-2484.
 

HINO DE SÃO JOÃO BATISTA

Ó São João, ó São João glorioso
Bem sabeis quanto vos amo
Guiai-me à corte celeste
Que para isto a vós clamo
REFRÃO:
Vós que gozais na glória
De Deus trino a presença
Recebei as nossas preces
  E atendei-as sem detença


Ó São João, ó São João glorioso
Atendei ao meu clamor
Levai-me ao Senhor Jesus
De quem fostes precursor

refrão
Ó São João, ó São João glorioso
Aceitai meu coração
Purificai-me o espírito
Tende de mim compaixão
refrão
Ó São João, ó São João glorioso
Santo de rara humildade
 Livrai-me da presunção
 Da soberba e da vaidade


sábado, 31 de janeiro de 2015

Festa de Bernardo Chá e Sebastiana

   No dia vinte e quatro deste mês, o casal Bernardo Luís de Medeiros e Sebastiana Fernandes de Medeiros celebrou, ele, setenta e ela, sessenta e sete anos de vida, e ainda, quarenta e sete anos de união conjugal, numa bela festa realizada em sua residência no Sítio Salgado, São João do Sabugi RN.
      Foi uma grande festa. Iniciou-se com uma missa celebrada pelo Padre Janiilson Alves, onde foi renovada a bênção ao casal; em seguida aconteceu um jantar para os convidados,  e uma cantoria de violeiros, que é uma das coisas que o casal mais admira.
     Foi um momento muito especial,  acima de tudo, foi a festa da família. Em 27 anos, o casal conseguiu reunir pela primeira vez, todos os nove filhos e quase todos os netos, além da presença forte das famílias Chá e Fernandes e de muitos amigos.
    Os filhos de Bernardo e Sebastiana são: Aldo, Luzia, Branca, Inaldo, Lázaro (Teté), João (Ribeiro), Raquel, Érica e Edson.
   Os Netos: Ana Cristina, filha de Aldo e Socorro; Nicoli, filha de Luzia e Maurício; Luana Regina, filha de Branca e Egídio; Izabela, filha de Inaldo e Rosana; Izabele e Beatriz filhas gêmeas de Ribeiro e Cléa; Maria Vitória e Mikael filhos de Teté e Lindaci e Vinicius e Lázaro ; Raquel é casada com Nogueira e não tem filhos e Érica e Edson são solteiros.

                                      Celebração da Santa Missa em ação de graças


Hora do Jantar





Hora dos Parabéns

O casal e os nove filhos


 O casal e os netos        




Os irmãos Maria, Antonio Luís e Bernardo Luís



O casal, Padre Janilson e Jocimar


Os grandes violeiros da noite

Fotos: Zé Marconi